Por que gastamos mais dinheiro quando estamos tristes?

A compra gera em cada pessoa um sentimento diferente, mas a maioria das pessoas se sente muito bem ao fazer uma compra. Você já se perguntou por que gastamos mais dinheiro quando estamos tristes?

Associada a recompensa, desde criança os presentes são usados como moeda de troca. Quantas vezes seus pais já prometeram que comprariam determinado presente se você fosse bem nas provas, ou que te daria dinheiro para comprar figurinhas se você arrumasse a cama todos os dias?

O emocional está totalmente ligado ao dinheiro e ao poder que ele tem de proporcionar, bem-estar, prazer, status, reconhecimento.

E justamente por despertar esses sentimentos, gastamos mais dinheiro quando estamos tristes ou passando por alguma privação física ou emocional.

Mas afinal, por que gastamos mais dinheiro quando estamos tristes?

A “compra terapia” tem um efeito imediato, como um analgésico que pode desviar sua atenção momentânea do problema, mas que passa logo após um pequeno espaço de tempo, que pode levar desde minutos até alguns dias ou meses.

A questão é que como a compra não é capaz de resolver o problema, logo a tristeza volta e a pessoa procura aliviar a sensação de falta com outra compra e assim, gasta mais dinheiro quando está triste ou com as emoções confusas.

Não é difícil imaginar que isso vira uma bola de neve. Porque até mesmo as pessoas que possuem muitos recursos financeiros, podem extrapolar todos os limites, no intuito de curar a dor que está sentindo e começa a desenvolver uma nova dor: o descontrole!

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Os gastos podem se tornar uma bola de neve!

É comum esconder esse hábito das pessoas mais próximas. É fácil disfarçar dizendo que precisa de tais compras, que estavam na promoção ou que é de outra pessoa.

Mas o que que inicialmente era uma prática que gerava prazer, pode se tornar um grande problema, quando as contas começam a chegar e a pessoa não consegue mais esconder a situação da família.

O uso exagerado do cartão de crédito, limites de cheque especial, coisas acumuladas que não são usadas, a culpa por ter passado dos limites.

Ao comprar impulsivamente estamos tentando equilibrar nossas emoções, acrescentar um sentimento positivo – a conquista da compra – com a tristeza, falta, ansiedade que estamos sentindo.

Quando nos sentimos aflitos ou tristes, o autocontrole diminui, é como se buscássemos uma fuga para esses sentimentos “ruins”.

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Compreenda o que faz você gastar mais dinheiro

E como você pode evitar usar as compras como “método analgésico” quando você está triste?

Primeiro é preciso se autoconhecer, saber o que está gerando essa necessidade de gastar mais dinheiro quando estamos tristes para suprir uma falta emocional.

Isso pode ser:

  • Falta de atenção
  • Falta de uma boa conversa
  • Falta de atividades estimulantes
  • Falta de sono
  • Falta de motivação no trabalho
  • Falta de tanta coisa…

Até mesmo de autoestima!

Então, não adianta você querer resolver o problema sem saber onde está a raiz dele, porque ele vai continuar crescendo dentro de você e por mais que você tente controlar suas finanças, uma hora você perde o autocontrole e torra todo o seu dinheiro para aliviar essa dor.

Para fugir desse comportamento, você precisa entrar em ação e entender que existe um ganho muito maior do que a sensação do prazer imediato de gastar mais dinheiro quando está triste.

Uma recompensa muito maior quando você consegue organizar suas emoções e saber que não é de uma boa compra que você precisa, talvez você precise muito mais sentar em uma mesa para tomar um café!

Como resolver esse problema? Controlando suas emoções!

Se você acredita que é importante entender como suas emoções influenciam a maneira que você gera e usa seus recursos financeiros, se inscreva na 1ª Semana da Organização Emocional Financeira, que vai acontecer, on line, dos dias 23 a 29 de maio.

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